quarta-feira, 9 de julho de 2014

" FAMÍLIA " - VIVER EM FAMÍLIA AINDA É POSSÍVEL

VIVER EM FAMÍLIA AINDA É POSSÍVEL

Todos os dias há inúmeras notícias sobre famílias seriamente abaladas e até destruídas, seja por tragédias ambientais, quando vemos um homem chorando a morte de esposa e filhos num deslizamento, ou seja, por tragédias sociais como desemprego ou hospitais desaparelhados e sem profissionais competentes até para fazer um simples parto. Há, também, as tragédias pessoais, como a da família envolvidas na morte da menina Isabella Nardoni.
Isso, sem falar das tragédias silenciosas que não ganham a mídia, como divórcios, abandonos, adultérios, violência doméstica; pais que não exercem seu papel de cuidadores por negligência, irresponsabilidade, omissão, desequilíbrios emocionais; filhos rebeldes que desacatam e desrespeitam seus pais, professores e qualquer figura de autoridade; idosos destituídos de seus papéis de avôs e avós e acabam sendo abandonados em asilos.
Não existem famílias perfeitas.
A família, idéia perfeita de Deus, foi corrompida junto com toda Sua criação, por causa da desobediência do primeiro homem.
Adão e Eva formam a primeira família imperfeita. O primeiro assassinato se dá nesta família, com Caim matando o irmão Abel, por ciúmes e inveja!
Tanto as famílias representadas na Bíblia, quanto as destes tempos pós-modernos apresentam as mesmas disfunções: favoritismo em relação aos filhos, adultério, mulheres abandonadas, papéis invertidos, rebeldia dos filhos, omissão dos pais, manipulação, conflitos, mágoas,,,
Mas há solução.
A família centrada em Jesus torna-se um dom a ser desfrutado, um espaço de restauração e a fonte de amor verdadeiro que assegura o pleno desenvolvimento da singularidade humana, tal como o Senhor nos projetou para ser.
“Se o SENHOR não edificar a casa, não adianta nada trabalhar para construí-la” (Salmo 127:1).

Deus precisa estar no centro do núcleo familiar e no coração de cada pessoa. Sua verdade precisa ser experimentada para termos força e coragem para combater o orgulho, o egoísmo, o desamor, a irresponsabilidade e o desrespeito. O arrependimento precisa ser vivenciado pelas pessoas, desafiando-as a buscar a Deus, porque só Ele transforma o coração.

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